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Paul Galbraith é internacionalmente reconhecido como um dos mais importantes violonistas da atualidade. Sua abordagem revolucionária do violão, aliada à sutileza e profundidade de suas interpretações, fizerem dele uma figura imediatamente reconhecível no mundo da música clássica. Paul utiliza um inusitado violão de 8-cordas desenvolvido em 1993 junto ao lendário luthier David Rubio. O design de Rubio distancia-se do formato tradicional ao empregar a radical assimetria de encordoamento do ‘Orpharion,’ um instrumento renascentista da família do alaúde. O instrumento foi apelidado de ‘Violão Brahms’ por conta de sua ampla tessitura e riqueza de possibilidades sonoras. A abordagem particular de Paul da técnica violonística vem de uma ideia tida em 1984 que permitiu liberar o braço direito de sustentar ou se apoiar no instrumento. A liberdade resultante proporciona maior fluidez entre movimento e som. Paul continuou a desenvolver e refinar o seu novo modo de tocar até 1987, quando desenvolveu a postura de cellista com a qual é associado hoje. Paul começou a se apresentar durante a adolescência, tendo chamado atenção do público na Grã-Bretanha por meio de uma série de sucessos em competições televisionadas. Em declaração à imprensa após o concurso Leeds Castle Segovia 1981, no qual Paul foi premiado com a medalha de prata, Segovia levantou a mão e exclamou: “Paul é magnífico. Ele será um grande artista.” Desde os anos 90 Paul tem feito turnês anuais aos Estados Unidos e tocado no Reino Unido e na União Europeia, assim como na China, América do Sul, Rússia, Noruega, Austrália, Canadá, Índia etc. Ele também já se apresentou com várias das principais orquestras e grupos de câmara da Inglaterra e da Europa como: BBC Orchestras, Royal Philharmonic, St. Petersburg Quartet, English Chamber Orchestra, Halle, Scottish Chamber Orchestra, European Chamber Orchestra, Moscow Chamber Orchestra e Shanghai Quartet.